T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

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T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Qua Jan 21, 2009 12:00 pm



VII – 12 - KNOWING YOU, KNOWING ME

CONHECER VOCÊ, CONHECER A MIM







“Você não pode planejar o Futuro com o Passado.”



Stefan Inglesii (Filósofo Perseid)

CY 1275





Beka levantou as sobrancelhas para o homem que lhe mostrava suas acomodações, e lhe entregou um flexi antes de se retirar. E antes de fechar a porta, ele disse que não era permitido aos hóspedes certos tipos de “confraternização” ... apenas debates e cooperação, nada mais. Ela dardejou os olhos para o sujeito esquisito, e pensou em dar-lhe um bom soco no queixo ... mas considerou melhor. Afinal, estava ali representando Dylan, e não iria cometer nenhuma “gafe”. O sujeitinho ainda lhe deu as boas-vindas e disse que ela podia aproveitar as comodidades que o hotel oferecia.

Assim que a porta se fechou, Beka suspirou. “Puxa, Dylan!” - disse de si para si – “Você tem sorte de não ter vindo para cá! Mas ... eu podia matá-lo por isso!”

Ela não estava gostando nem um pouco daquilo, e se arrependeu de ter se oferecido para ir no lugar dele.

Dylan tinha sido convocado para participar e mediar uma conferência para estabelecer um novo tratado de rotas de navegação entre alguns sistemas do Setor Zafar, que também previa ajuda humanitária aos planetas mais pobres daquele quadrante. Mas, no último momento, surgiu outro problema, mais delicado, envolvendo os sistemas Trysmad e Talus 3. Assim, sem pensar nas conseqüências, Beka ofereceu-se para ir a Zafar enquanto ele ia até Trysmad. Puxa ... para quê ?

Aquele lugar era simplesmente maçante! Ela jogou as mochilas na cama e, sentindo um odor estranho, pôs-se a procurar de onde vinha. Até que descobriu uma pequena jarra com um incenso, cujo odor parecia jasmim, mas mais pungente. Ela torceu o nariz, pegou a jarra, e despejou todo o conteúdo no ralo do banheiro.

Mais tarde, já mais descansada após um bom banho, ele esperou que a hora de enviar mensagem chegasse e ativou o comunicador. Viu o rosto sorridente de Rhade. Ela queria falar com Dylan, mas o Nietzschean disse que o Capitão já fora para sua missão, e lembrou-lhe para ser gentil, já que o estava representando. Ela disse que não estava gostando daquela comunidade “hippie” em que fora parar, todos ali pareciam abobalhados e alienados, como se estivessem sob efeito de drogas. Rhade acrescentou que logo estaria no quadrante com a Andrômeda, e se ela precisasse de ajuda, poderia tirá-la de lá. E desligou.

Suspirando novamente, Beka procurou o flexi, e passou rapidamente os olhos pelas palavras que Dylan escrevera para ela discursar. Ela fez uma careta. Parecia ... diplomático demais para ela. Ela pôs o flexi de lado, e pensou se não poderia falar com suas próprias palavras ... até chegar à conclusão de que era melhor mesmo seguir o modelo que Dylan fizera e tudo ficaria bem.



Naquela noite, no saguão do hotel, Beka se viu às voltas com tipos verdadeiramente esquisitos, e fazia o possível para ser gentil com todos. Um senhor idoso aproximou-se dela e tentou conversar sobre coisas tolas, até que veio o filho dele e o levou dali. Beka reparou que o rapaz era diferente do restante daquelas pessoas, e acabou fazendo amizade com ele – para desespero dos organizadores, que chegaram mesmo a adverti-la de que aquele indivíduo “não era de confiança”. Mas ela nem ligou para eles e foi até jantar com o jovem.

Lá pelas tantas, estava ela conversando com o tal rapaz, de nome Jonus, quando vieram perturbá-la. Ela ia dar-lhes um “chega-pra-lá”, quando repentinamente um clarão súbito cegou a todos no salão. Beka resmungou, ofuscada pelo estranho brilho, e quando conseguiu ver alguma coisa, ficou estática.

À sua frente, estava Bruiser, que se levantou em toda sua estatura, com um sorriso insinuante nos lábios, ao ver a expressão dos rostos ao redor dele. Ele tirou a pesada túnica, e, sem sentir, afastou uma longa mecha de cabelo do rosto com um rodear de cabeça. Ele olhou em volta, procurando a única pessoa que ele esperava que estivesse ali.

Ele evitou as pessoas que o rodearam com inúmeras perguntas - algumas mulheres, diante da impressionante figura, chegavam a olhá-lo com olhos de luxúria - e pegou um copo de vinho da mão de um ainda atônito hóspede. Não gostou do aroma, e deixou o copo de lado. Finalmente viu Beka sentada a uma mesa, e, aproximando-se dela, pegou-a pela mão, arrastando-a dali, sem se incomodar com os protestos dela.

Quando se viram sozinhos, ele perguntou sobre a Maru.

Beka deu-lhe uma má-resposta, mas ele disse que não tinha tempo para explicar. Precisavam sair dali imediatamente. Ele subiu com ela até o andar superior, e foram para o quarto dela. Finalmente a sós, ela foi até o pequeno bar e serviu-lhe um copo de conhaque, ao mesmo tempo em que verificava se a porta estava trancada.

Bruiser observou-a, e não deixou de apreciar aquele espírito guerreiro e atrevido, até que ela empurrou-o para uma cadeira, e sentou-se em outra, querendo uma explicação. Ele então disse que viera buscá-la, e, levantando-se, pegou a mochila dela e começou, sem a menor cerimônia, a abrir as gavetas e guardar os pertences dela novamente na mochila. Beka ficou furiosa, e fê-lo parar, exigindo que lhe dissesse tudo, tintim por tintim, ou então desse o fora dali.

Bruiser suspirou. Sentou-se novamente, e explicou que tinham que impedir um assassinato. Como Beka apenas olhasse para ele, ele acrescentou que tinham que ir para Trysmad. Ela arregalou os olhos. Era para lá que Dylan tinha ido! Mas, quem era o alvo, afinal? Bruiser fixou os olhos nela, e perguntou se ela podia adivinhar ... mas ela nem tinha idéia. Ele então disse que era Dylan ... alguém ia tentar matá-lo!

Beka ficou sem entender nada. Por quê alguém ia querer matar Dylan? Ela pegou o comunicador, mas Bruiser disse que não ia funcionar. O sistema tinha sido completamente bloqueado de toda influência externa. Ninguém entrava ou saía. Ela então lembrou-se de Andrômeda. Mas Bruiser explicou que a nave era muito grande, seria detectada, e impedida de furar o bloqueio. Por outro lado, a Maru, sendo bem menor, poderia até mesmo passar despercebida.

Não foi preciso falar mais nada. Beka arrumou suas coisas rapidamente, e em pouco tempo estavam decolando daquele planeta.

Bruiser deixou os sistemas de armamentos preparados, por precaução. Enquanto deixavam a órbita de Zafar, Beka perguntou como estava Saoirse. Bruiser lhe respondeu que ela estava bem ... às voltas, como sempre, com suas tarefas de transporte. E por sua vez, quis saber como Dylan estava suportando. Beka lhe disse que ele tinha chegado naquele dia em silêncio, e fora direto para os seus aposentos ... não queria falar com ninguém, e não permitiu que ninguém fosse atrás dele, permanecendo isolado por muitos dias. Mas, com o tempo, ele voltou ao convívio de todos, e, como sempre, mergulhou naquilo que sempre fazia para esquecer as mágoas: o trabalho, as missões ... mas, acrescentou ela, ele era forte, e ficaria bem.

Bruiser sentiu pena de seu duplo. Ele sabia que fora tudo culpa dele, e pretendia pedir-lhe perdão. Afinal, ele não merecia isso. Beka fez que sim com a cabeça. Não, Dylan não merecia ... mas a verdadeira culpa era “daquela” Trance. Se ela não o tivesse alvejado a ele, Bruiser, Elysian não teria se metido naquela confusão toda, e eles nunca teriam entrado em contato. Haveria outra, um dia, que poderia fazê-lo feliz.

Aí, Bruiser fixou os olhos nela, sugerindo que esse alguém fosse ela ... ao que Beka protestou de forma quase veemente, argumentando que ela e Dylan se conheciam muitíssimo bem, amavam um ao outro, mas eram como irmãos, e nunca haveria ela de se arriscar; seria estranho ... ambos tinham seus postos na Ponte, e assim, como administrar um relacionamento mais estreito, sendo ele o Capitão e ela, a Primeira-Oficial? O protocolo jamais aprovaria isso. Ela preferia do jeito que estava, obrigada. Ele disse que era apenas uma idéia ... o “Sr. Comprometido-e-fisgado” estava lá fora, em algum lugar. Beka sibilou que Dylan não era comprometido com ninguém, e ele, sorrindo, ergueu as mãos em um gesto apaziguador, no fundo apreciando muito aquele temperamento forte. Ela acrescentou que, se ele fizesse alguma gracinha, ela seria forçada a matá-lo ... mas secretamente, estava sorrindo.



Mais tarde, durante o almoço, Beka perguntou a Bruiser como ele sabia que Dylan estava em perigo. Ele respondeu que tivera uma visão ... ele não evocava as visões, elas simplesmente vinham a ele. Ela então pediu-lhe que contasse os detalhes. E ele contou ...

Tudo que ele viu foi Dylan diante de cerca de 30 pessoas, tentando acalmar os ânimos de alguma discussão que se havia instalado ... ele fazia o melhor que podia para evitar conflitos, mas os dois sistemas em questão – Talus e Trysmad – declararam-se em guerra. De repente, um som de vidro se quebrando ...

Bruiser fechou os olhos, enquanto a lembrança se fazia vívida em sua mente. Beka pousou-lhe uma mão no ombro, e quis saber o que acontecera com Dylan. Ele olhou para ela, sem piscar, respirou fundo e continuou:

“Dylan simplesmente ficou onde estava. Ele olhava em volta, atônito, chocado, e quando baixou o olhar, sua camisa, na altura do peito, estava ensopada de sangue. Ele dobrou os joelhos e caiu – estava morto antes mesmo de tocar o chão.”

Beka então perguntou se havia visto o assassino, mas Bruiser somente sabia de onde partira o tiro ... a única chance que tinham de salvar Dylan era chegar lá antes de acontecer tudo – ou seja, eles tinham que estar lá e tirar Dylan da linha de fogo, antes da chegada do assassino.

Naquela noite, Beka custou a dormir. Ela ficou pensando em tudo que Bruiser lhe dissera ... e subitamente pegou-se pensando nele. Havia algo com ele, algo que o tornava de alguma maneira muito ... sexy, ela diria. Mas logo afastou esses pensamentos. Caramba! – disse de si para si – Ele é Dylan, portanto, nunca se esqueça disso! Mas, por outro lado ...



Na manhã seguinte, conversavam sobre o resgate enquanto tomavam café, e Beka disse que havia tentado contato com Dylan, mas só pegara estática. Bruiser continuava reparando nela. Ele comentou que sua experiência com o alter-ego dela fora fantástica ... ele a comparou a uma “verdadeira dinamite”, e Beka, estreitando os olhos, achou melhor mudar o rumo da conversa ... e ficou ainda mais indignada quando ele deixou escapar que andara “espionando” Dylan e ela, especialmente em “certas ocasiões”. Ela se levantou, para afastar-se dele ... e então o viu aproximar-se dela, agarrá-la pela cintura e sussurrar-lhe ao ouvido que o queria – para em seguida sobressaltar-se com a voz dele chamando-a da cabine do piloto. Ela piscou. Estivera sonhando acordada? ...



Enquanto a Maru se aproximava da órbita de Trysmad, Bruiser deixou a estação de armas preparada, apenas por precaução. Beka conduzia a pequena nave com perícia e bem devagar, procurando não chamar a atenção de nenhum “comitê de recepção”. Ela olhou para Bruiser com ar pensativo, e comentou que estava curiosa para ver a cara de Dylan quando visse seu duplo ali.

Talvez lhe evocasse lembranças de Saoirse, mas Beka acreditava que Dylan já superara a crise.

Uma vez na superfície, eles tiveram que caminhar por uma área verde, com pastos e lagos, onde havia pessoas pescando, até chegar a uma espécie de balneário, cercado de alamedas arborizadas e luxuriantes jardins. O prédio principal tinha uma portaria pela qual entravam e saíam vários grupos de pessoas, ao que parecia visitantes abastados. As jóias que as mulheres usavam chegaram a despertar uma certa cobiça de bruiser, mas Beka lembrou-lhe que estavam ali para resgatar Dylan, e não para caçar tesouros. Ele fez que sim com a cabeça, e ela respondeu dizendo que era bom eles se entenderem bem, para o sucesso da missão. Ele olhou para ela, e disse que a resposta era “sim”, e ela, sem entender, virou-se para ele, franzindo o cenho. Ele continuou: “Você queria saber se eu durmo despido ... sim, eu durmo despido.”


Última edição por mara em Qua Jan 21, 2009 10:27 pm, editado 1 vez(es)

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Qua Jan 21, 2009 12:00 pm

Beka ficou vermelha como um pimentão ... esse cara não toma jeito mesmo!

Combinaram então o seguinte: Beka iria até à portaria, onde havia um oficial da Alta Guarda controlando a entrada dos convidados, e o distrairia o suficiente para que Bruiser passasse pelos sentinelas e fosse procurar o local de onde sabia que o assassino estaria espreitando Dylan para alvejá-lo. O tempo era curto ... tinham menos de vinte minutos, e precisavam agir rápido.


Ele a pegou pela mão e deu um pequeno “salto” com ela, para aproximá-la da portaria. Ela ficou um pouco atordoada – nunca antes tinha sido teleportada daquela forma, e isso era completamente estranho para ela – mas logo se recuperou, e encaminhou-se para a entrada.

O oficial não queria deixá-la entrar, por mais que ela insistisse em que precisava falar com o Capitão Dylan Hunt. Ela foi ficando impaciente, e pensaram até que estivesse embriagada. O tempo urgia, e ela, já exasperada, desafiou-o a retirá-la dali. Quando tentaram segurá-la, ela simplesmente deu um golpe bem no queixo do guarda, e ele caiu estatelado no chão.

Bruiser, que assistia tudo de detrás de uma árvore, meneou a cabeça. Não tinha planejado exatamente daquele jeito, mas até que Beka conseguira chamar a atenção de todos para ela, e ele conseguiu passar despercebido.

Ele olhou o cronômetro. Estava quase na hora ... o assassino já devia estar em posição. Ele caminhou silenciosamente pelas sombras, a viu um vulto escondido. Ele reparou que era um indivíduo alto, calvo e magro, que tinha uma arma na mão e parecia estar se preparando para usá-la. Bruiser notou também que o sujeito estava trêmulo, provavelmente devido a alguma doença ou efeito de álcool. Ele se aproximou sem ser pressentido ...

... e saltou na frente do homem, assustando-o. O homem apontou a arma para o peito dele, e ele, fingindo-se também assustado, cumprimentou-o. O sujeito estava completamente confuso, e olhava na direção do prédio, sem entender, até que disse que ele – o Capitão Hunt – não devia estar ali, e sim lá dentro. Bruiser deu de ombros, e replicou que não planejava morrer naquela noite. O homem tentou reagir, mas Bruiser foi mais rápido, e o abateu com um disparo da lança de força.

Então, de repente, ouviu os sibilos de armas de plasma vindos lá de dentro. Essa não! Outro assassino?! BEKA!! - ele gritou, e correu na direção do prédio.

Quando entrou no Salão de Conferências, Bruiser estacou. As pessoas estavam se levantando do chão, e havia marcas enegrecidas de tiros nas paredes e cortinas. Mas uma voz familiar se destacou do burburinho ... e Bruiser deu de cara com Dylan, que se aproximou dele com um ar de divertida zombaria no rosto. Ele olhou de Beka para seu duplo, e perguntou se algum dos dois podia explicar a ele o que estava acontecendo ali.

Bruiser e Beka se entreolharam, e ele sorriu. Ao que parecia, o evento terminara, e a situação fora resolvida por ali. Ambos respiraram aliviados.

Dylan disse que ainda ia acertar algumas coisinhas, e logo estaria com eles.

Bruiser olhou novamente para Beka. “Você viu? Ele, sempre o Diplomata ... e eu, o deus do sexo!”

Beka resmungou um “Só se for em seus sonhos ...!”, e deu-lhe as costas.



O jantar a bordo da Eureka Maru, durante a viagem de volta, foi marcado por um tremendo “sermão” que Dylan passou em Beka, sobre obedecer ordens, cumprir tarefas sem reclamar, hierarquia, disciplina, etc etc etc, que fez Bruiser se divertir de ver a cara de desconforto dela, e Beka lançar-lhe olhares nada amistosos ... Ela chegou mesmo a “mostrar a língua” para ambos, como uma criança mal-criada, e os dois homens se entreolharam, no fundo achando graça. Mas todos acabaram se divertindo, e fizeram um brinde ao sucesso da missão diplomática de Dylan.



Lá pelas tantas, Dylan já se havia recolhido, e Beka conversava com Bruiser. Ela quis saber como tinha sido a conversa de ambos, acerca de Saoirse, e ele respondeu que, tal como ela dissera, tudo fora bem. Bruiser só não dissera nada sobre a espionagem, claro ...

Ele na verdade estava até pensando em passar alguns dias a bordo da Andrômeda, a título de folga, até que alguém o chamasse novamente. Ele elogiou Beka por sua coragem e determinação ... ela era de fato uma mulher incrível. Dylan tinha muita sorte em tê-la a na sua equipe. Ele se levantou, disposto a ir dormir, e antes de se recolher, virou-se para ela e disse:

“Ah, e a propósito, só para registro ... e caso você queira conferir, esta noite eu vou dormir completamente vestido ...”

Beka estreitou os olhos, e ia dar-lhe uma réplica ... mas calou-se, e foram ambos dormir, cada um em sua própria cama.

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Manto Negro em Qua Jan 21, 2009 4:16 pm

Rolou um clima?
Sonhando acordada assim é por que ele mexe com ela... mas esse Bruiser não tem jeito, ele é um mulherengo de marca maior hein?
E Dylan parece que esta superando a decepção com Saoirse...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Qua Jan 21, 2009 10:29 pm

Este episódio é uma delícia, não? Beka entediada e um Bruiser que lembra muito o Soberano pra mim brincando com ela...que gostoso!
Muito obrigada pela tradução e a digitação, Myriam! Imagino o trabalho que deu.:kiss:
Vivi, imagine Bruiser se divertindo às custas de Beka...é acho que Dylan deu a volta por cima.

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Manto Negro em Qui Jan 22, 2009 5:30 am

E Beka estava caíndo na dele.
Muito bom mesmo Myriam, você é ótima!

Que bom que Dylan esta superando sua dor...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Qui Jan 22, 2009 7:23 am

É, Vivi, bem notado...Bruise percebeu a quedinha de Beka por Dylan...Twisted Evil

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  maite em Qui Jan 22, 2009 7:49 am

y quien no se prenda con lo guapo que esta kevin en esa foto :affraid: :eyes:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Qui Jan 22, 2009 9:28 am

Também acho, Teresa. Um belo trabalho da Tracie.:eyes:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Qui Jan 22, 2009 10:26 am

Valeu, Mara! Thanks!!

Bem ...
Aquela cena da aproximação é, no original, mais "caliente" ... eu dei uma "amenizada" Rsrsrsrsrs
Sabem o que eu acho? Em primeiro lugar, Bruiser parece ter mesmo percebido que Beka tinha por Dylan muito mais do que respeito ...(afinal, é Paradine, não é?) Em segundo, na tal cena, acho que não foi "sonho de olhos abertos", não ... ele realmente fez aquilo com Beka - mas, como tem capacidade de estar em vários locais em quase o mesmo tempo, por ser Paradine, ele deve ter "teleportado" para a cabine quando Beka ficou "em transe". E Terceiro, lembram que ele disse que ia passar alguns dias a bordo da Andromeda? Pois é ... aposto que andou conversando com Dylan sobre ela, e quem sabe, "mexendo os pauzinhos" para que Dylan pensasse um pouco numa certa "possibilidade". Afinal, Dylan abriu mão de Saoirse por causa dele, e ele talvez se sentisse compelido em tentar "dar uma mãozinha" a Dylan ...

É uma pena que já estejamos na reta final ... esse foi o penúltimo episódio da VII Temporada. Tenho certeza que, se o pessoal lá continuasse, esse "fio da meada" seria retomado, e, quem sabe, finalmente não veríamos Dylan feliz com Beka ...?

E, concordo ... a montagem de Kevin como Bruiser ficou maravilhosa ... e Beka também está linda nela.

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Manto Negro em Sex Jan 23, 2009 4:19 pm

Ah, Myriam, agora fiquei curiosa... quer dizer que foi bem quente?
Faz sentido isso que você falou de ele ter mesmo feito o teletransporte e deixar Beka pensando que foi sonho... mas se formos analisar por esse lado, por que ele faz esse tipo de coisa se Saoirse fez Dylan sofrer tanto por ele?
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Ah! Concordo, a captura é de tirar o folego!!!

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Sex Jan 23, 2009 6:37 pm

Dylan sofreu muito quando Saoirse lhe disse que não o queria mais ... mas não brigou por ela, porque sentia que toda a tristeza que havia em Bruiser, no fundo era por causa dela, e ele acabou cedendo, para que seu alter-ego não sofresse. Ele preferiu, mais uma vez, renunciar, não porque não amasse Saoirse - era louco por ela ...- mas, porque queria restaurar a alegria de Bruiser (que, em última análise, era uma parte de si mesmo).
Lembra-se da despedida de Sarah Riley? Pois é ... ele também renunciou, porque amava muito sua noiva, e preferiu que ela procurasse sobreviver sem ele, do que sofrer com uma incerteza acerca do destino.

Quanto às cenas ... sim, foram bem "temperadas". Bruiser é muito ... fogoso, eu diria.
Aliás, Dylan também o é ... apenas, não sai por aí contando vantagem, é mais cavalheiro e mais discreto. Mas, entre quatro paredes ... bem, você viu como a coisa "pegava fogo" (também andei amenizando aquelas cenas, viu?) quando estava com Saoirse! ...
Beka ficou um tanto "balançada", sim, mas não cedeu a essa investida, creio eu, por consideração a Saoirse (de quem tinha ficado amiga, lembra?).
É por isso que eu acho que, no fundo, assim como Saoirse e Bruiser são de certa forma parecidos, Dylan e Beka também o são, e podem combinar muito bem.
Afinal, quem foi que "regenerou" Beka, fazendo dela, que era pouco mais do que uma contrabandista, uma pessoa leal, envolvida numa causa nobre ...? Dylan!

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Sex Jan 23, 2009 7:51 pm

É Myriam, tem um amor platônico aí.:!:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Sab Jan 24, 2009 7:10 am

Ou isso, ou então Beka vem marcando a maior bobeira da vida dela!
Ela parece "cega" em relação a Dylan, nesse aspecto ... caramba, ele está sempre ali, e ela deixa esse "peixão" escapar!
Ah, se fosse eu ...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Sab Jan 24, 2009 8:08 am

Acho que ela até que tentou bastante, Myriam...mas Dylan olha pra ela como olha pra Rommie...com acabeça e o coração longe...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Sab Jan 24, 2009 11:16 am

Bem, nesse caso ... acho que ele também precisa de uns "conselhos".
Puxa, Capitão ... abra mais esses lindos olhos, e preste mais atenção à sua volta ...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Sab Jan 24, 2009 2:44 pm

Que nada, Myriam...Dylan não tem que olhar pra lado nenhum...só pro meu...Twisted Evil

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Sab Jan 24, 2009 2:50 pm

Ops!!! Devagar aí ... :duel:

Fevereiro está próximo, hein ...? Adivinha onde Dylan estará!

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Manto Negro em Sab Jan 24, 2009 5:34 pm

É... acho que ele e Beka dariam um lindo casal!

Bem dylan só vai estar comigo, por que Hércules vai estar por aqui... se não...
:duel:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Dom Fev 15, 2009 3:20 pm

Bem ...
Ainda comentando sobre este episódio, é interessante observar que também Bruiser, no final das contas, não levou grande vantagem em ficar com Saoirse ...
Ela estava ausente dele a maior parte do tempo, já que era piloto de transporte, assim como acontecera com Dylan. Talvez, nenhum dos dois a merecesse, afinal.
Pode ser que, no fundo, ela não gostasse de firmar compromisso com ninguém - embora amasse Bruiser, e muito, a ponto de rejeitar Dylan por causa dele.
O problema, então, devia ser com ela, e não com eles ...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Dom Fev 15, 2009 9:18 pm

Myriam, que-que-isso? Shocked

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Seg Fev 16, 2009 6:41 pm

Pois é ... como é que pode ...?
Se ela ficasse com um, do lado de cá, o outro lá estaria, "curtindo fossa" por causa dela, e naquela decadência moral toda.
E quando ela resoveu retornar para o "seu", deixou um coração partido do lado de cá.
Vai entender ...!
Ainda bem que Dylan superou mais essa. Ele é mesmo bem forte emocionalmente, pois passa por cada uma ...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Seg Fev 16, 2009 10:01 pm

Myriam, querida, vamos lá, vamos até aquela era, minha amiga: o universo estava um cada-um-salve-se-como-puder. A garota deve ter enfrentado, como todos, o diabo, e tem uma profissão muito importante.
A gente não sabe como é estar na pele daquelas pessoas, graças a Deus. Ela exercia seu trabalho, o que é ótimo, respeitando-se como pessoa, profissional e mulher. Tanto ela quanto Bruiser quanto Dylan são pessoas casadas com seus ideais, e isso é bom, porque dá espaço pro outro fazer o mesmo. Nenhum dos três pode ser chamado de uma pessoa "normal" - normal= dentro das normas.
Vale lembrar que quem escreveu essas estórias - minhas queridas amigas internacionais - exageraram um pouco na dor de Dylan, que é, afinal de tudo, um cara maduro. Nós também não deixamos de exercer nossa profissão - e às vezes até sacrificando horário com a família - pra ficar ao lado do homem que amamos, todas temos senso profissional e às vezes a gente tem de fazer o que tem de ser feito.
Te convenci a não atirar a primeira pedra nela, querida?:kiss:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Myriam Castro em Seg Fev 16, 2009 11:20 pm

É, eu creio que tem razão ...
A vida muitas vezes nos obriga mesmo a nos adaptar para sobreviver.
Cabe a cada um de nós, exatamente por causa disso, colocar-se no lugar do próximo, e tentar entendê-lo.
Ela tivera uma experiência pra lá de traumatizante ... assim como Dylan e Bruiser.
Dá para imaginar, sim ... mesmo no terreno da Ficção.
E, cá entre nós, existem por aí situações bem reais, que deixariam qualquer aventura dessas no chinelo ...

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  mara em Ter Fev 17, 2009 9:07 am

Myriam Castro escreveu:É, eu creio que tem razão ...
E, cá entre nós, existem por aí situações bem reais, que deixariam qualquer aventura dessas no chinelo ...


Disse bem, minha amiga.:#82:

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

Mensagem  Manto Negro em Qua Fev 18, 2009 5:17 pm

É... eu que o diga!
Entendo perfeitamente Saoirse!
E você colocou muito bem Mara!!!

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Re: T VIRTUAL VII-12 - Knowing You, Knowing Me

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