A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

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A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  Myriam Castro em Sab Maio 23, 2009 5:04 pm




outras lindas capturas começam aqui :
http://s392.photobucket.com/albums/pp5/galeria_andromeda_saga/?action=view¤t=215_cap001.jpg

II – 15 - DANCE OF THE MAYFLIES
DANÇA DAS EFEMÉRIDAS

História original de Ashley E. Miller, Zack Stentz e Robert H. Wolfe


“Pisque, e ela se foi.
Um momento, um fôlego, uma dança de efeméridas
Apenas bastante ... para uma vida.”

Poetisa Ulatempa - “Ritmos”
CY 9825


A Andrômeda estava atracada a uma estação orbital, executando uma operação de resgate, aparentemente após um ataque por uma flotilha Than, e Dylan dava tratos à bola para descobrir o porquê daquela hostilidade vinda de uma espécie aliada da Comunidade.
Rommie parecia chocada com tanta destruição aparentemente insana ... Como podiam, pensava ela, os seres orgânicos viverem bem, se sua vida era tão efêmera? Ela, como inteligência artificial, era virtualmente eterna. O que aconteceria a ela, o que ela faria, quando Dylan ...?
Havia dezenas de mortos e feridos, e eles levavam esses últimos para a Andrômeda, pois a estação estava prestes a explodir.
Eles não sabiam ainda, mas levavam inadvertidamente para bordo um invasor mortal ...
Assim que a Andrômeda abandonou a estação, esta explodiu, e logo um enxame de naves de guerra Than passou a persegui-los tenazmente. Dylan tentou fazer contato com eles, mas recebeu como resposta uma barragem de fogo que deixou a Andrômeda bastante avariada – a situação estava tão séria, que Dylan, verificando um monitor, constatou que sua nave estava a ponto de partir-se ao meio.
Tyr sugeriu que se escondessem entre os asteróides de um campo próximo, para que a nave tivesse tempo de efetuar os reparos necessários, e assim fizeram.
Enquanto isso, Rommie, Beka e Trance, no Deck Médico, cuidavam dos feridos, quando descobriram algo terrível: a nave tinha sido invadida por um microorganismo desconhecido, que levava à morte e continuava a infectar mesmo os cadáveres, fazendo-os “reviver” como zumbis e atacar e matar todo ser vivo que encontrassem.
E logo tiveram que lidar com sua primeira baixa: Beka começou a sentir-se mal, e Trance descobriu que ela tinha sido de alguma forma infectada. Informou Dylan, que imediatamente isolou Tyr e Harper – principalmente esse último, cujo sistema imunológico era naturalmente fraco – na Ponte, enquanto pensava no que fazer.
Rommie fez algumas análises, e descobriu que o parasita atacava o sistema nervoso das vítimas, mas seu progresso era mais lento quando as mesmas estavam acordadas e raciocinando. Assim, ela e Trance procuravam manter Beka em vigília, para que tivessem tempo de encontrar um meio de eliminar o parasita. Trance também descobriu uma outra coisa, mas, ainda sem muita certeza, disse que precisava fazer mais testes ...
Na Ponte, Dylan acompanhava Harper nos reparos e conversava com Tyr. O Nietzschean achava que deviam se livrar dos cadáveres e também dos doentes, para preservar sua sobrevivência, mas o Capitão lembrou-lhe que Beka estava entre as vítimas, e não podiam matá-la. De repente, Trance pediu socorro. O Deck Médico estava sendo invadido por zumbis, que atacavam ela e Rommie.
Dylan correu para lá, e deparou com a seguinte situação: Beka, muito enfraquecida, não tinha condições de lutar – embora tentasse -, enquanto Rommie e Trance tentavam repelir os atacantes. Ele saltou sobre um dos zumbis e o derrubou, e correu para junto de Beka, que não podia defender-se. Ao voltar-se para ajudar Trance, que tinha sido dominada por três deles, ela simplesmente saltou sobre ele, agarrou-o com uma força descomunal e o beijou. Empurrando-o com violência, encarou-o, com um brilho estranho nos olhos. Dylan parecia em estado de choque, até que se deu conta do que acontecera: ela o havia infectado!
Então, como numa história de terror, o “parasita” falou pela boca de Trance: eram os Bokor, uma espécie microscópica, mas inteligente, que se mantinha se apossando dos corpos de suas vítimas, vivas ou mortas, até que as destruíssem, e então passavam para outras, numa macabra e infinita sucessão. Seu objetivo era invadir os Mundos Conhecidos, e, como eram microscópicos, precisavam ser transportados a bordo de naves, dentro de seus hospedeiros. Eles haviam descoberto que Andrômeda era uma nave poderosa, que serviria perfeitamente aos seus propósitos.
Trance voltou a atacá-lo, mas ele se desvencilhou dela, jogando-a sobre Rommie, que lutou com ela para que ele pudesse retirar Beka dali.
Enquanto isso, Harper entrara no sistema de condução de ar e fora ajudar Andrômeda a executar os reparos.
Dylan levou Beka para uma parte protegida da nave, acomodou-a o melhor que pode e, depois de dizer a ela que não ia deixar que a machucassem, que ia protegê-la, chamou Andrômeda. O holograma surgiu, e ele ordenou que ativasse a sequência de auto-destruição da nave ... sacando sua lança de força, partiu para a batalha. Ele não sabia quanto tempo levaria até que o parasita o dominasse., mas estava disposto a dar sua vida para impedir que lhe tomassem a nave. Queriam Andrômeda? ... Pois bem, só por cima do seu cadáver!
Harper foi surpreendido por um zumbi, e conseguiu fugir antes que o pegasse. De um esconderijo, ficou observando uma dupla que manipulava alguns componentes elétricos. De repente, um deles provocou um curto-circuito e caiu eletrocutado ... e não se moveu mais. O engenheiro sorriu. Pegou seu i-pod para entrar em contato com Dylan ...
E Dylan, em outra parte da nave, chegou à conclusão de que talvez fosse possível eliminar os Bokor com descargas elétricas ... já que eles não agiam enquanto o cérebro da vítima estivesse funcionando, era de se supor que justamente os impulsos elétricos – base da transmissão nervosa – os impedissem.
Bingo! Harper concluiu a mesma coisa, e, chamando o Capitão, relatou o que vira. Dylan então sugeriu que se transferisse a energia do gerador de um dos conveses de carga para sua lança de força. E mais ... pediu para executar a configuração de um bom número de lanças. Abrindo caminho a tiros, Dylan foi até um dos depósitos de armas, e pegou diversas lanças. O engenheiro lhe disse que, por causa da grande potência da descarga, ele teria apenas uns cinco ou seis tiros por lança ... Dylan respondeu que seria o suficiente.
Não demorou muito, e pode eliminar um zumbi após outro, enquanto Harper, por sua vez, ajustava alguns terminais e atraía os zumbis para as proximidades, acionando as descargas que os derrubavam um a um, ou aos grupos.
Dylan deu de cara com Trance em um dos corredores ... ele então expandiu uma lança atrás de si, regulando cuidadosamente a potência da descarga. Quando ela investiu, ele virou a arma para ela e disparou, derrubando-a. Trance ficou um pouco atordoada, mas recuperou-se depois de alguns minutos, já livre dos parasitas. Ela então correu para o Deck Médico, para continuar as pesquisas em busca de uma vacina. Ela se lembrava do que havia observado: atividade elétrica eliminava os Bokor. Portanto, a resposta era simples ... nanorrobôs!
Assim, ela desenvolveu um lote de nanorrobôs eletro-ativos, que simplesmente eletrocutavam os parasitas dentro do organismo dos hospedeiros, sem afetar esses. Todos os que estavam vivos receberam uma dose – Dylan foi o último, e reclamou quando Trance injetou os nanobots nele (ele detestava agulhas ...). Ele tinha retornado ao local onde deixara Beka, e teve a agradável surpresa em vê-la viva e bem melhor. Dylan ordenou à IA que cancelasse a sequência da explosão.
Conclusão: os Than, na verdade, estavam tentando destruir os Bokor, quando atacaram a estação orbital, e Dylan e seu pessoal, sem o saber, impediram seu objetivo, quase pondo tudo a perder.
Mais tarde, Rommie foi conversar com Dylan. Ela se mostrava apreensiva em saber que seu Capitão, um dia, não mais estaria com ela. Dylan abraçou-a, sentindo as pulsações eletromagnéticas dela em seu próprio corpo, quase como se fosse um com ela, e a tranqüilizou, dizendo que, embora ele não fosse de forma alguma imortal, ela jamais estaria sozinha, enquanto houvesse a memória e a orientação dele para guiá-la, mesmo que fisicamente ele não estivesse ali ... ele estaria sempre com ela.


Efeméridas - pequenos insetos que vivem junto aos rios e lagos do hemisfério Norte, e cujas larvas vivem na água durante um ano. Na Primavera, emergem das águas nuvens desses insetos, que se aglomeram, executando uma espécie de “dança”, na verdade seu vôo nupcial. Uma vez acasalados, eles depositam seus ovos nos talos da vegetação aquática e morrem. Depois de adultos, eles vivem apenas umas poucas horas – menos de 10 - apenas o tempo suficiente para acasalar e desovar. N. da T.


Última edição por Myriam Castro em Seg Dez 07, 2009 6:50 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  Myriam Castro em Sab Maio 23, 2009 5:14 pm

Esse episódio foi muito interessante e um pouco tenso e aterrorizante.
Rommie pensando em como a vida dos orgânicos era curta ... e sentindo-se "apreensiva" ao fato de saber que Dylan não duraria para sempre ... ela tinha "pavor" de ficar sem ele.
Os momentos deprimentes do resgate na estação orbital em chamas ...
A preocupação de Dylan com Beka e Trance ...
E a interessante comparação com os tais insetos cuja vida era tão curta.

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  mara em Dom Maio 24, 2009 2:10 am

Os atores chamavam este episódio de "episódios dos zumbis"...
Você disse tudo, Myriam.
O interessante foi saber, pela primeira vez, que Trance não estava nem "viva nem morta". Dylan lhe faz essa pergunta e ela não responde.
Um belo trabalho em equipe num episódio muito movimentado e tenso, como você disse.
E adoro o final, quando Dylan conversa com Rommie e diz que ela nunca o perderá.
Um episódio muito legal, não?
Obrigada, Myriam, adoro reassistir aqui! :#82:
A menininha que Rommie salva não se parece com a garotinha de Last Chance Café?

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  Myriam Castro em Dom Maio 24, 2009 9:14 am

É ... parece, sim. Será que era mesmo ela ...?

E ainda em relação ao que aconteceu com Trance, vimos mais um evento bastante misterioso sobre a natureza dela ... e deu para sentir a breve hesitação de Dylan, quando teve que "eletrocutá-la" com uma lança de força. Ele certamente se lembrava das ocasiões em que ela, mesmo depois de alvejada por uma arma de fogo ou atingida por uma explosão, conseguia "reviver" como se nada tivesse acontecido. E essa era uma caracteristica que Beka, que conhecia Trance bem antes do primeiro contato com Dylan e Andromeda, já tinha observado.

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  mara em Dom Maio 24, 2009 10:17 am

É mesmo, Myriam. Mas Dylan concluiu que nada de mal aconteceria a ela, porque ela sobrevivera ao "vírus"...
https://www.youtube.com/watch?v=76_sGxcoJI8


Última edição por mara em Seg Out 19, 2015 10:25 am, editado 1 vez(es)

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

Mensagem  Myriam Castro em Qui Jun 11, 2009 7:30 pm

E achei um momento engraçado, quando Dylan reclamou ao receber a vacina - que Trance lhe aplicou meio que de surpresa ...
Essa foi boa! O nosso grande Capitão, que tinha nas mãos o poder de explodir uma estrela, não gostava de uma simples injeçãozinha ... :lol:

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Re: A SAGA - II-15 - Dance of the Mayflies

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