ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

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ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  mara em Dom Dez 20, 2009 6:10 pm





capturas deliciosas começam aqui:
http://s953.photobucket.com/albums/ae17/galeria-saga-andromeda/?action=view¤t=413_cap000.jpg


IV – 13 - THE WARMTH OF AN INVISIBLE LIGHT
O CALOR DE UMA LUZ INVISÍVEL

História original de Matt Kiene

A Luz mais brilhante é invisível. Ela brilha através de suas ações
E aquece o Universo.”

Crônicas de Coragem e Convicção
Capitão Dylan Hunt - CY 9817


Perseguida tenazmente por uma horda de naves hostis, talvez mercenários querendo abatê-la, e quase sem combustível, a Andrômeda procurava um local onde pudesse reabastecer – uma vez que não podia nem mesmo entrar em turbilhão, e muito menos utilizar os armamentos.
Dylan então propôs a Harper que tentasse ativar o novo dispositivo em que vinha trabalhando, que tornaria a nave “invisível”, confundindo os perseguidores e dando-lhes tempo para escapar.
Harper disse que ainda não estava pronto, era muito arriscado, mas o Capitão, taxativo, ordenou que acionasse o dispositivo ... e Dylan se viu, subitamente, em meio à escuridão.
Logo percebeu que ainda estava a bordo da Andrômeda, só que ela parecia completamente abandonada – e há muito tempo, a julgar pela quantidade de teias de aranha.
Ele percebeu também que parecia tudo intacto, e, ao chegar à Ponte, ficou chocado por uma estranha visão. A nave parecia estar pousada na superfície de algum planeta, e à sua frente, havia uma imponente montanha onde ele via ... seu próprio rosto, esculpido no paredão rochoso.
Encontrando um terminal, ele se conectou à interface, em busca de respostas. Na central da IA, viu Andrômeda como que adormecida, e usando seu código de acesso pessoal, conseguiu reativá-la. Porém, a nave não o reconheceu, alegando que Dylan Hunt estava morto há mais de 100 anos, e o hostilizou, agarrando-o pela gola e apertando-lhe a garganta. Foi preciso que ele dissesse sua identificação da Alta Guarda, que somente ele e a nave conheciam, para que ela confirmasse sua identidade. Ele perguntou o que acontecera, mas ela não soube informar muita coisa, exceto que estivera desativada por cerca de 110 anos, desde a morte do Capitão. Então Dylan lhe afirmou que estava bem vivo, e que de alguma forma o tempo parou para ele ... de novo! E quis saber se a avatar ainda estava em condições de funcionar. Diante da resposta afirmativa dela, ele saiu da central e foi procurar Rommie. Se havia por ali alguém capaz de ajudar a corrigir aquela confusão temporal, era ela. Juntos, acabaram descobrindo o que realmente acontecera. Encontraram uma andróide guia turística, e ela lhes contou onde estavam e em que ano.
A Comunidade tinha-se deteriorado. Facções rebeldes surgiam por toda parte, para tentar derrubar o Governo, considerado ditatorial e déspota. Eles usavam uma arma singular: andróides-bomba com a aparência de Dylan Hunt. Pois naquela realidade, Dylan já havia morrido, depois de valorosos serviços prestados à Comunidade, durante 50 anos. Ele fora um herói homenageado em três Galáxias, e era por isso que havia aquele monumento na montanha, e que a Andrômeda fora desativada. Não havia outro, e nem haveria, capaz de comandar a Andrômeda como Dylan Hunt.
E o Governo ...? Bem, havia um governante que exercia o poder de forma bem “linha dura”, e seu nome era Seamus Harper (!). Seu principal acessor e colaborador era o Chefe da Polícia local, um Nietzschean chamado Telemachus Rhade (!!)
Revolucionários? ... Eram comandados pela General Rebecca Valentine ...
Não demorou muito, e Dylan e Rommie se viram perseguidos por policiais, que atiravam contra eles. A Polícia pensava que ele era mais um andróide-bomba.
Eles fugiram, e repentinamente foram salvos por Beka e um grupo de “guerrilheiros”. Ela também supôs que ele fosse algum dos artefatos de seu lugar-tenente, o Marechal Zebra, e que se extraviara por alguma falha na programação, mas ele insistiu em dizer que não era uma máquina.
Beka escaneou os arredores, e descobriu que Harper, pessoalmente, estava chefiando as buscas, e Dylan reconheceu, na mão dele, o artefato de “invisibilidade” – na verdade, funcionara como Tesseract. Ele precisava dar um jeito de reavê-lo, para poder retornar ao seu tempo. Entretanto, de alguma forma, o Universo se desorganizara, e ele resolveu primeiro tentar consertar as coisas ali. De repente, foram cercados, e seguiu-se outro tiroteio, no qual Zebra foi atingido e morto.
Dylan foi obrigado a derrubar vários policiais, o que intrigou Harper, que não entendia como um simples andróide podia ser tão difícil de capturar.
Caminhando por um escuro corredor, Dylan deu de cara com Rhade ... seguiu-se uma luta, e quando Rhade golpeou e atingiu o rosto do adversário com as lâminas, arrancou sangue ... e descobriu que aquele não era um andróide, e sim o verdadeiro Dylan Hunt! Dylan saltou para as sombras e desapareceu, e Rhade pareceu ficar perturbado com o incidente, ao passo que Harper não ficou nada satisfeito.
Dylan encontrou Trance, que disse saber de tudo e estar à sua procura. Ela se havia “dissociado” em várias, e conseguira achá-lo. E contou também que Harper era escravo do Abismo, e precisava ser detido.
Dylan gravou uma mensagem holográfica para Harper, dizendo a ele que sua libertação estava em suas próprias mãos, assim como o poder de exercer a justiça. Ele citou-lhe algumas palavras, as mesmas que havia deixado para a posteridade, naquela realidade:
“A Luz mais brilhante é invisível. Ela brilha através das suas ações e aquece o Universo”.
Aquilo tocou o coração de Harper, mas o Destino, na pessoa de Rhade, acabou se encarregando de resolver a situação, por meio de um desentendimento entre o jovem Nietzschean e seu chefe, e este foi alvejado à queima-roupa, tombando morto. Suas últimas palavras foram: “Vida longa à Comunidade!”
Dylan levou Beka para bordo da Andrômeda, e, com a ajuda de Rommie, colocou toda a nave para funcionar. Ele precisava retornar ao seu próprio tempo, e deixou Andrômeda com Beka, dizendo que ela saberia comandá-la com maestria e sabedoria. Instruiu-a a procurar Rhade e se aliar a ele, e juntos poderiam restaurar a ordem naquele mundo. Deixou-lhe também Rommie, já que ela agora estava sem um Primeiro-Oficial, e, de posse do aparelho que tirara das mãos do cadáver de Harper, partiu com Trance. Ao se despedir dele, Trance lhe disse apenas uma palavra: Amalthea.
Ele então surgiu novamente na frente de Harper, e o engenheiro, aliviado e feliz por vê-lo vivo e bem, informou-lhe que ele estivera ausente por 30 segundos ... terríveis 30 segundos.
Na Ponte, Beka informou que estavam ao largo de um pequeno aglomerado de estrelas, e disse os nomes delas. Uma era chamada Amalthea, e Dylan ordenou que seguissem naquela direção.
Qual não foi a surpresa ao ver que de repente a estrela se tornou uma supernova, cuja enorme quantidade de energia foi logo captada pela Andrômeda, que a converteria em combustível ...


Última edição por mara em Sab Dez 26, 2009 9:47 am, editado 3 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  mara em Dom Dez 20, 2009 6:18 pm

Adoro episódios assim, que lidam com realidades em potencial... Harper realmente se perdera, não? Harper precisava de Dylan e Dylan não estava lá...
Aqui também vemos outra "irmã" de Trance, pela qual Trance chora a perda.
Muito obrigada, Myriam!


Essa citação de Dylan é sensacional! Ele sabia do que falava.

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  Convidad em Sab Dez 26, 2009 4:25 pm

“A Luz mais brilhante é invisível. Ela brilha através das suas ações e aquece o Universo”.
É a minha assinatura porque essa frase me marcou muito! Sinto muita falta da série e de todos os personagens, em especial Trance e Dylan, a luz maior em meio a todas as outras...

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  Myriam Castro em Sab Jan 02, 2010 6:15 pm

Ah, esse episódio é sensacional, só pelas lindas palavras de Dylan na citação da abertura ...
Ele foi simplesmente perfeito!


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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  Myriam Castro em Sex Jan 15, 2010 6:13 pm

mara escreveu:Adoro episódios assim, que lidam com realidades em potencial... Harper realmente se perdera, não? Harper precisava de Dylan e Dylan não estava lá...
Aqui também vemos outra "irmã" de Trance, pela qual Trance chora a perda.
Muito obrigada, Myriam!


Essa citação de Dylan é sensacional! Ele sabia do que falava.


É, temos a impressão nítida de que Dylan, de fato, sempre fora o fator de equilíbrio que mantinha toda a equipe coesa e cada um dos integrantes com a mente focada na realidade. Sem ele, tudo parecia "desmoronar".
O interessante, era que Beka, Harper e Trance faziam parte de uma equipe antes de conhecerem Dylan, na época em que eram simples "salvagers" (caçadores de relíquias espaciais). Dylan exerceu tamanha influência sobre eles, que passaram a depender de sua presença e de sua liderança para permanecerem unidos. Muito embora, em diversas ocasiões, quando a equipe se dividia para executar determinada tarefa, eles fossem eficientes e habilidosos.


Última edição por Myriam Castro em Sab Jan 16, 2010 4:01 pm, editado 1 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  mara em Sab Jan 16, 2010 8:28 am

Falou bem, Myriam. Acho que Dylan precisava de pessoas que soubessem lidar com eficiência e malícia nesse novo universo... e algo me diz que foi Trance quem armou esse encontro...

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

Mensagem  Myriam Castro em Dom Fev 07, 2010 5:43 pm

Engraçado ... eu também tive essa impressão.
Ela decerto sabia o que estava acontecendo naquela outra realidade, e sabia que só Dylan podia "consertar" a situação.
Um bom "treinamento" para sua futura função de Paradine, sem dúvida ...

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Re: ANDROMEDA, A SAGA IV-13 - The Warmth of an Invisible Light

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