ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

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ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

Mensagem  Myriam Castro em Sex Abr 23, 2010 2:37 pm



BRIEF ENGLISH VERSION:
Season 5, Episode 9: What Will Be Was Not

Original Air Date—19 November 2004
A bar fight spills out into the streets and a remark from Rhade aimed at Dylan drives Trance over the edge, causing her to leave the Andromeda. While she is in the underground tunnels, she befriends a sweeper, who believes she is a princess and wields a weapon that turns enemies to stone.




40 CAPS/ 40 CAPTURAS COMEÇANDO AQUI:
http://s953.photobucket.com/albums/ae17/galeria-saga-andromeda/?action=view¤t=509_cap000.jpg


V – 09 - WHAT WILL BE WAS NOT

O QUE SERÁ, NÃO SERÁ

História original de Naomi Jansen


“Agüente.
Aqui onde a vasta jornada repousa no piscar de um instante.”

Inscrição Vedran da Câmara de Seefra 1
005-AT-9


Beka e os outros estavam na taverna, lamentando sua situação, quando os ânimos começaram a se esquentar. Rhade acreditava que Harper estava adulterando suas contas, e a discussão começou. Beka ficou chateada com a rabugice dele, e Harper achou que todos deveriam se retirar dali. Beka virou-se para Doyle e disse com desdém que ela nem era “real”, e a andróide ficou deveras “ofendida”. E logo, todos estavam engalfinhados numa briga, acotovelando-se ao sair para as ruas poeirentas. Harper então pegou uma arma de fogo e disparou um tiro para o alto, o que pôs fim à celeuma. Só Rhade ainda estava resmungando, e disse que sabia quem era o responsável pela situação deles todos. Trance vinha entrando, e ouviu essas palavras, pensando que o Nietzschean falava dela. Ela arregalou os lindos olhos dourados, e Doyle bem que tentou explicar o que estava acontecendo, quando Trance, toda chorosa, saiu correndo. Rhade fez uma careta ao perceber a tremenda besteira que acabara de dizer.
Trance tinha retornado à Andromeda, e foi até a Ponte, onde, em prantos, despediu-se de Dylan e virou as costas, desaparecendo pelos corredores. Dylan estranhou aquele comportamento incomum, e chamou-a, mas ela nem respondeu ...
O Capitão desceu à superfície, onde encontrou Doyle e esta lhe explicou o que acontecera. Com uma nota de amargura na voz, Dylan comentou que “a bala que era para ele acabou acertando Trance ...” Saíram ambos, então, à procura dela.
Trance tinha fugido para as cavernas subterrâneas de Seefra 1, e escondera-se num beco escuro, onde chorava baixinho ... até que foi encontrada por um sujeitinho pequeno e de olhar especulador, que portava uma estranha arma. Ele a viu, e, impressionado com a beleza dela, achou que era uma princesa perdida precisando de ajuda. Ele disse chamar-se Orlund, guardião dos túneis, e levou-a para local mais seguro. De alguma maneira, ela sentiu que não havia mal algum nele, e o seguiu.
Orlund disse que ia protegê-la, pois aqueles túneis estavam cheios de salteadores, e quando alguns apareceram e os cercaram, ele apontou o estranho “rifle” para eles e disparou, transformando-os em estátuas de pedra. Trance percebeu que aquela arma era de origem Vedran. E perguntou-lhe se sabia algo sobre aquela antiga raça de seres. Ele disse que não só sabia, como fora, geração após geração, incumbido de proteger as “Sagradas Câmaras”, cuja tecnologia era inimaginável, aprendendo alguns de seus segredos. Ele a conduziu até um certo salão, que tinha nove portas numa das paredes, e se aproximou de uma espécie de bancada hexagonal, onde havia nove bastões de cristal encaixados cada um numa abertura. Ele pegou um dos cristais, e foi até uma das portas, e, usando a pedra como uma chave, abriu a porta. Viram-se diante de um estranho campo de energia, e Orlund, sorrindo para Trance, disse para ela não ter medo, e pegou-lhe a mão, conduzindo-a através do campo.
Viram-se em outra câmara semelhante, e Orlund lhe explicou que aquele dispositivo servia para “viajar” de um planeta a outro ... e que ela estaria segura ali. Foi quando percebeu que havia intrusos nos túneis, e, fazendo uma mesura respeitosa, disse que precisava sair, e que voltaria logo. Trance notou que sob o manto, Orlund usava o brasão da antiga Comunidade ... mas nada disse.
Orlund retornou aos túneis, e caminhava furtivamente, seguindo os intrusos ... até que, numa curva, deu de cara com Dylan e Doyle. Ele lhes ordenou que parassem, e quando Dylan tentou dizer alguma coisa, ele disparou a estranha arma ... e viu, atônito, a descarga envolver Dylan, que se contorceu de dor e caiu de joelhos. Mas não morreu! Aquilo só podia significar uma coisa ...
Com os olhos arregalados de espanto e surpresa, ele gaguejou: “Você ... é um Paradine!”
Dylan e Doyle se entreolharam. Dylan, ainda sentindo os efeitos da descarga da estranha arma, quis saber se ele conhecia esses seres, e Orlund só disse que sabia que ele, Dylan, era um Paradine. Dylan conhecia aquela arma que Orlund segurava ... era um farejador de DNA, e reconhecia somente duas espécies de seres, aos quais não afetava: os Vedrans e os Paradines. E como Orlund afirmava saber como eram os Vedrans ...
Já Doyle não fora afetada por ser uma IA, mas mesmo assim, uma descarga foi suficiente para enfraquecê-la, e ela não conseguiu revidar o “ataque”.
Foi difícil acalmar Orlund, que parecia meio chocado, e Dylan e Doyle disseram que procuravam uma pessoa. Mas o guardião dos túneis, convencido de que eles eram mesmo invasores, levou-os algemados e os trancou numa câmara, deixando-os para retornar para Trance. Dylan e Doyle deduziram que ele tinha Trance presa em algum lugar naqueles túneis, e precisavam sair dali para libertá-la.
Mas, como? Dylan reconheceu as inscrições na porta metálica – era escrita Vedran – mas estava trancada, e somente com um certo código poderia ser aberta. Eles notaram então que a temperatura da sala estava aumentando, e Dylan já estava suando, quando Doyle subitamente entrou em “pânico”. Ele a acalmou, e ao encostar numa pilha de caixas de metal, quase queimou o traseiro, e deu um pulo. Era dali que vinha o calor!
Doyle abriu uma das caixas, e viu que estavam cheias de ... cristais! Do mesmo tipo radioativo que tinham conseguido nas minas de Cutter, ou seja, o que procuravam para restabelecer a energia de Andromeda. E não era só isso ... havia ali caixas repletas de dinheiro, que Orlund certamente vinha guardando há tempos, sem ter onde gastar.
Dylan então passou a apalpar o corpo de Doyle, à procura de um determinado processador, cuja configuração poderia ser alterada para, através da energia dos cristais, descobrir o código da porta, destravá-la e abri-la, e assim poderem sair à procura de Trance. Ele localizou o que procurava ... numa “certa parte” da anatomia de Doyle bem diferente de onde ficava em Rommie, diga-se de passagem ...
E assim foi feito. Uma vez aberta a porta, viram o tal campo de tesseract, e entraram por ele ...
... para surgir na mesma sala em que Orlund mantinha Trance. Orlund os viu emergir da parede energética, e agarrou Trance, ameaçando matá-la, mas foi a própria Trance que, com um movimento rápido, tomou-lhe a arma das mãos, o que possibilitou a Dylan dominar a situação. Orlund achou que fracassara, e pediu a Trance que o matasse ... porém, em vez disso, Dylan apenas lhe disse que ele honrara o brasão da Comunidade que tinha no peito, e que devia continuar a honrar, guardando aqueles túneis. Como Capitão da Alta Guarda e seu oficial superior, Dylan lhe delegou a missão de jamais permitir que aqueles cristais caíssem em mãos estranhas, pois eram legado dos Vedrans para eles. Ele apontou para o brasão que Orlund usava no peito, e acrescentou que devia honrá-lo. Profundamente emocionado, Orlund ficou em posição de sentido, e fez uma continência.
De volta à Andromeda, Dylan reuniu Beka e os outros, e distribuiu a cada um deles uma boa quantia em dinheiro, que Orlund lhe cedera. O guardião também lhes fornecera uma boa quantidade de cristais, que foram o bastante para fazer com que Andromeda atingisse 70 % de sua capacidade total. Isso foi suficiente para reativar o módulo de IA. Pela primeira vez desde que haviam chegado a Seefra, eles estavam reunidos e dispostos a prosseguir em seus esforços de recuperar a plena potência de Andromeda para poderem sair daquele sistema ...


Última edição por Myriam Castro em Qua Dez 15, 2010 7:40 pm, editado 2 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

Mensagem  Myriam Castro em Sex Abr 23, 2010 2:51 pm

Outro episódio interessante ...
Descobriu-se que Seefra guardava seus próprios segredos ... e Dylan acabou descobrindo, meio que por acaso, enquanto procurava Trance. Imaginem ... um sistema de teletransporte interplanetário que possibilitava a viagem entre os diversos planetas do sistema, sem o uso de naves.
Sujeito interessante, esse Orlund ... um tanto misterioso, mas ao mesmo tempo honrado. E tinha conseguido acumular uma boa quantidade daqueles cristais radioativos, sem imaginar que um dia serviriam para restaurar a energia de uma nave de guerra da Classe Herança!
Pobre Trance! ... ficou tão chocada com a palavras ásperas de Rhade, que pensou que se referiam a ela - apesar do Nietzschean claramente ter incriminado Dylan pelo infortúnio deles.
A parte engraçada ficou por conta de Dylan ter quase queimado o traseiro ao sentar naquele baú, e quando apalpou o corpo de Doyle à procura dos tais processadores ...

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Re: ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

Mensagem  mara em Sex Abr 23, 2010 10:36 pm

Orlund conhecia os Paradines... estava a serviço deles...e deu a Dylan a oportunidade de, ao usar o teletransporte, salvar Seefra.
Um belo filme, não?
Dylan, naquele calor todo, chega a se zangar com Doyle, porque está sob a impressão de que seus esforços para sair dali não estão sendo reconhecidos pela sua tripulação.
Doyle é uma mulher/avatar de sorte...
Pura diversão, Myriam!

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Re: ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

Mensagem  Myriam Castro em Sab Abr 24, 2010 1:42 pm

É ... muita sorte ...

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Re: ANDROMEDA, A SAGA - V-09 - What Will Be Was Not

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