ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

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ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

Mensagem  Myriam Castro em Sex Jul 23, 2010 8:39 am



ENGLISH BRIEF VERSION:

Original Air Date—13 May 2005
The Earth explodes before Harper makes his visit, the Andromeda manages to save Harper from destruction and runs from a Nietzschean attack fleet coming from the ruins of the planet. Analyzing fragments of the destroyed planet, Romy finds radical isotopes, proof that the Abyss aided the Nietzscheans in the destruction of Earth. Dylan consoles Harper for his loss, then prepares for the battle against the joined Nietzschean fleet, comprised of the Drago-Kazov, Mandau, and Sabra-Jaguar fleets.



CAPS/ CAPTURAS:

http://s1000.photobucket.com/albums/af125/galeria-saga-andromeda2/?action=view¤t=522_cap000.jpg




V – 22 - THE HEART OF THE JOURNEY P.2
O CORAÇÃO DA JORNADA P.2

História original de Larry Barber & Paul Barber


“O ciclo de possibilidades flutua.
O mirar de um olho em um furacão.”

Canção de Amor Seefran
341 – AT9


A Terra se fora. O silêncio que caiu sobre a Ponte de Comando era palpável ... e todos pensaram imediatamente em Harper.
Mal o Slipfighter do jovem engenheiro se encontrava novamente a bordo, Rommie relatou a aproximação de uma nave Nietzschean, vinda dos destroços do planeta. Despreparada para uma batalha real, Andromeda saltou para turbilhão e conseguiu escapar.
Harper fora recolhido ao Deck médico, abalado e em estado de choque, mas ileso, e encontrava-se sedado. Dylan o observava, seu coração arrasado, como se se tratasse de seu próprio mundo natal. Ele compreendia como Harper devia se sentir ...
Então Rommie surgiu, trazendo notícias não muito boas: os destroços da Terra estavam recobertos por fortes traços dos isótopos radicais. O Abismo andara trabalhando com os Nietzscheans, esperando por eles todo o tempo. Dylan consolou Harper por aquela terrível perda – a lembrança de Tarn Vedra veio-lhe mais uma vez à mente.
Maura surgiu repentinamente entre Dylan e Trance, e tentou convencê-los a unir-se a ela, mas permanecia em silêncio enquanto eles ainda se questionavam. Por que os Nietzscheans estavam atacando agora? O que tinha o Abismo a ver com a Terra?
Ela nada oferecia para calar as perguntas ... então, Dylan concordou em retornar à Nebulosa com ela, mas os acusava de ter semeado todo aquele caos. Ele não via fim naquilo tudo, até que tivessem destruído tudo ao seu bel-prazer, e quando lhes pediu ajuda, novamente recebeu apenas o silêncio.
Mais tarde, a tripulação reuniu-se na sala de reuniões, menos Rhade e sua esposa, que haviam escolhido ficar em Tarazed. Andromeda estava armada até os dentes, mas em inferioridade numérica, e Dylan permitiu a todos, mais uma vez, que escolhessem se queriam partir, ou ficar e lutar.
Ninguém fugiria ... todos tinham suas próprias razões para ficar e lutar, e finalmente acabar ali sua missão que começara cinco anos atrás.
Rhade retornava de um encontro com os líderes remanescentes da Comunidade. O futuro era incerto ... eles esperavam perder horrivelmente. Suas forças não tinham chance contra os Nietzscheans que se aproximavam, e mesmo a posição de Beka como Matriarca era apenas uma vaga esperança.
Beka chegou naquela noite, na esperança de recrutar Rhade para lutar com eles novamente. Ambos sabiam que ele não teria chance se ficasse onde estava, mas ele se recusava a deixar sua família.
Mesmo enquanto os fogos inimigos já riscavam o céu e eram vistos pelas janelas, e mesmo quando Beka invocou seu status de Matriarca, ele lhe implorou, como amigo, para que ela deixasse que ele cumprisse seu destino. Ela assim fez, com um peso no coração, esperando que os atacantes a reconhecessem e a deixassem passar.
Dylan e Rommie monitoravam a frota Nietzschean que se aproximava, cujas fileiras engrossavam à medida em que mais clãs se juntavam. A frota gigantesca – Dylan se lembrou de Hephaestus ... – vinha bem na direção de Andromeda, e Dylan suspeitou que alguém os estava ajudando. Mais de duas mil naves se colocavam em posição, e Rommie ia ficando cada vez mais irada, ansiosa para liberar todo o seu poder de fogo.
Andromeda chegou a ser atingida, mas por sua vez também destruiu algumas fileiras inimigas. Harper relatou o recuo das forças Nietzscheans, mas o sistema de suporte de vida de Andromeda estava em níveis críticos. Rommie executou os reparos, enquanto Harper procurava aproveitar alguma oportunidade de alvejar também ele algum inimigo.
Mais reforços Nietzscheans chegavam, enquanto Maura encontrava Dylan num dos corredores. Um monitor mostrava que o portal da Rota das Eras já se abria bem à frente deles. Dylan rejeitou a oferta dela de enviá-lo, sozinho, e ela confirmou suas suspeitas, finalmente mostrando suas verdadeiras cores e ameaçando matar toda a tripulação. Se ela estivesse no passado, ela não mais seria avatar de algum sol, mas do Abismo, e toda a Nebulosa estaria sob seu domínio.
As naves Nietzscheans estavam bem na cola da Maru, até que Beka lhes disse quem era. Eles a deixaram passar, e suspenderam momentaneamente o fogo contra Andromeda. A tripulação já esperava pelo “tiro de misericórdia”, mas conseguiu ainda dar cobertura a Beka enquanto ela atravessava as linhas inimigas e atracava a salvo no hangar. Ninguém sabia o paradeiro de Dylan e Maura.
Dylan dizia a Maura que sabia que ela havia massacrado todos os outros Paradines, e que enquanto ele vivesse, ela perderia. Furiosa, ela então tentou fazê-lo sofrer, atacando-o sem piedade, com ondas de energia que o atingiam dolorosamente, derrubando-o aos trambolhões pelo chão metálico, até que Trance surgiu. Maura cessou o ataque, mas manteve a postura e continuou a blefar. Trance, porém, era a mais velha das estrelas, e muito mais poderosa.
Dylan ordenou a Andromeda que atravessasse a Rota das Eras, fazendo Maura desaparecer numa estanha escuridão ondulante.
Algum tempo depois, Beka encontrou Dylan num corredor, e eles se abraçaram por um longo momento, jurando um ao outro que, se conseguissem passar por aquilo, jamais se separariam novamente.
De volta à Ponte de Comando, eles encontraram o resto da tripulação, e as telas mostravam o Diagrama Methus. A teoria de Dylan era que os diagramas não eram somente para deter o sol de Trance, mas também um design para destruir o Abismo. Harper o estudou por um momento e concordou, compreendendo o sol dela como uma concentração de massa projetada para sobrepujar as forças do Mal. Os antigos Vedrans sabiam do Abismo e de seu inevitável ataque, e se haviam preparado para ele.
Subitamente, outra Trance apareceu atrás deles. Ela apontou para a Trance deles e os avisou para se livrarem dela, pois que era uma impostora. Dylan examinava atentamente as duas, enquanto a nave começava a adejar, os sistemas falhando. O Abismo estava fazendo um último esforço para eliminá-los ...
Dylan fez sua escolha, e, apontando sua lança de força, atirou naquela que já estava a bordo. Ela ainda permaneceu de pé, sua voz mudando para aquele tom de Virgil Vox, outro agente do Mal ... o Abismo tentando dissimular até que era muito tarde. A aparição explodiu numa mancha escura e desapareceu. Dylan abraçou a “sua” Trance, a única que estivera chorando e teria razão para tal. O Abismo não tinha memória ou consciência, nada que o fizesse mostrar emoção, e foi facilmente identificado e derrotado.
Eles se preparavam para executar sua etapa final. Lembrando-se das últimas palavras de Flavin, para encontrar um lugar onde os opostos cancelavam o tempo, eles se posicionaram para atravessar a Rota das Eras novamente.
Dylan agradeceu a todos por tudo que fizeram, enquanto Trance lançava seu sol em direção ao portal por onde o Abismo forçava sua passagem. Eles fitaram a escuridão ondulante que tentava passar pelo portal, e Andromeda mergulhou, arrastando o sol atrás dela.
A grande nave estava sendo arrastada, os motores rugindo e mal capazes de suportar. Quando atingiram o máximo, Dylan ordenou a Beka que os tirasse de lá. A tripulação a aplaudia e encorajava enquanto ela lutava com os controles, tentando manter a nave firme. O sol vinha bem atrás deles, e envolveu o Abismo, incinerando-o.
À medida em que a nave emergia, sã e salva, todos celebravam.
Andromeda havia sido bem surrada, mas estava inteira, e eles agora tinham todo o tempo que precisassem para consertá-la. Dylan e Trance observavam os monitores, e viram a Rota das Eras cintilar e se transformar num portal de turbilhão regular, de onde emergiram inúmeros tipos de naves, seguidas pelo sol de Trance. Ela fechou os olhos e confirmou ... o Abismo estava morto, e Tarn Vedra não mais estava cortado das rotas.
A Pátria de Dylan se havia novamente reunido aos Mundos Conhecidos.
Então, Dylan se permitiu um momento para si mesmo na Ponte, e todos se retiraram respeitosamente. Ele estava maravilhado com tudo à sua volta. Verificou com a IA se estava tudo bem ... milagrosamente, ela estava pronta e completamente operacional, justamente como estivera 300 anos atrás, quando sua jornada começou.
“300 anos ... – ele sorriu de si para si - 305 anos, e eu estou em casa novamente.”
As luzes da Ponte se apagaram, como se Andromeda também quisesse “descansar” depois de tantas batalhas, e Dylan abriu os longos braços, como se quisesse abraçá-la, sua velha companheira de lutas. Em seguida, ele se retirou, talvez para os seus aposentos.
Agora ele podia finalmente descansar ...


Última edição por Myriam Castro em Qua Dez 15, 2010 6:51 pm, editado 1 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

Mensagem  Myriam Castro em Sex Jul 23, 2010 10:42 am

Esse último episódio foi mesmo sensacional ... fechou a série com chave de ouro.
Novamente, Dylan e Andromeda se viram às voltas com uma frota Nietzschean, como em Hephaestus ... o círculo se fechara!
Percebeu-se que o Abismo já estava presente há 300 anos, aproveitando-se de um descontentamento dos Nietzscheans em relação à Comunidade, para eliminar aquele que, no futuro, iria ser o agente de sua derrota. Só que o Abismo não contou um detalhe: Gaheris Rhade. Ao provocar Dylan a lutar com ele, Rhade possibilitou que a nave conseguisse deslizar para um determinado ponto da borda do buraco negro e ficasse "congelada". Lembrem-se de que, quando Rhade chegou à Ponte, Dylan havia acabado de fazer alguns ajustes no sistema de navegação da nave, que com certeza serviram para estabilizá-la quando atingisse o ponto certo.
Fantástica a sequência da nave atravessando o portal da Rota das Eras, "arrastando" o sol de Trance com ela ... mais uma demonstração da ligação quase sobrenatural dos três elementos (a nave, a estrela e o Paradine), como naquela história do Motor da Criação.
E no final, quando a nave apaga todas as luzes ... e Dylan estende os braços, parecendo abraçar sua velha e leal amiga ... ambos agora, podiam finalmente descansar! Emocionante!

A destruição da Terra - inesperada e surpreendente, já que o planeta nunca fora o foco central da saga, e poucas referências foram feitas e ele - nos faz considerar dois aspectos:
- A raça humana foi, na verdade, a base genética da formação de inúmeras outras, incluindo os Perseids, os Castallians e os próprios Nietzscheans, deixando assim seu grande legado para o Universo.
- O alerta velado do que poderá acontecer com nosso Planeta, se continuarmos a agredi-lo como fazemos hoje - poluição, caça e pesca predatórias, desmatamentos, guerras ... - não em termos de uma "invasão alienígena", mas na forma de um colapso interno.


Como despedida dessa série que deixou saudades, e que ainda hoje tem muitos fãs pelo mundo afora, aqui vão toques finais:


The Long Night

The fight is over, but who has won
What evil is there left to come
Who will save us, who is strong
To help us learn right from wrong
The lights go dim, the silence starts
Only the sound of our breaking hearts
The time has come to say goodbye,
Into the night, Andromeda must fly

Tracie


A Longa Noite

A luta acabou, mas quem venceu
Que mal resta ainda por vir
Quem nos salvará, quem é forte
Para nos ajudar a distinguir o certo do errado
As luzes se apagam, o silêncio começa
Apenas o som de nossos corações partidos
O tempo veio para nos dizer adeus
E dentro da noite, Andromeda deve voar ...

Tracie



E aqui vai um singelo poema:

The Last Slipstream

It’s never easy” for goodbyes,
When years of “Have you seen my force lance?”
Brings laughs and rolls of eyes
So “Let’s bring it” to a classy end,
Until “It’s showtime” and we meet again.

With thanks for the 110 impossible missions.
It’s been a blast!

Kevin Sorbo





O Último Turbilhão

"Nunca é fácil" se dizer adeus,
Quando os anos de "Você já viu minha forcelance?"
Trazem risos e alegria aos olhos
Então, "Vamos lá!" para um final clássico,
Até que seja "Hora do show!" e nos encontremos novamente

Com agradecimentos pelas 110 missões impossíveis.
Foi um estouro!

Kevin Sorbo





Quanto a nós, não paramos por aqui ... continuamos essa fantástica jornada, neste e em outros tópicos.



Última edição por Myriam Castro em Sab Out 27, 2012 11:34 am, editado 2 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

Mensagem  mara em Sex Jul 23, 2010 2:26 pm

Myriam, você fechou falando como uma poeta! Que saudades vou sentir! Esse tempo todo em que você re-assistiu aos episódios, fez as traduções e amarrou todos os elementos, sempre atenta ao que ocorrera antes fazem de você uma das maiores fãs da série em todo o mundo!
Que forma linda de sintetizar a saga!
Quando Dylan abriu os braços fiquei muito emocionada. Ele como que dizia "Venci... e voltei pra casa!"
Meu Deus é de arrepiar, que lindo!
Valeu, querida, Deus te abençoe por tudo!
E para os fãs que estiverem tristes, a Myriam vai colocar sinopses dos livros que foram lançados sobre a série, aguardem!



Última edição por mara em Sab Jul 24, 2010 8:29 am, editado 1 vez(es)

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Re: ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

Mensagem  Myriam Castro em Sex Jul 23, 2010 3:07 pm

Obrigada, querida ... partindo de você, são palavras muito especiais.

Puxa, a colagem ficou linda! Muito melhor do que eu imaginei!

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Re: ANDROMEDA, A SAGA: V-22 - The Heart of the Journey p.2

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