HÉRCULES, A SAGA - III-01 - Mercenary

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HÉRCULES, A SAGA - III-01 - Mercenary

Mensagem  Myriam Castro em Sex Abr 02, 2010 4:48 pm




ENGLISH VERSION:

Mercenary


Hercules (Kevin Sorbo) is caught in a terrible storm at sea while transporting the ruthless mercenary Derk (Jeremy Roberts) to Sparta to stand trial for the murder of Lycus. As the fierce storm rages on, the mast of the prison boat splits and comes crashing down through the upper deck, knocking Hercules -- who has chained himself to his prisoner -- unconscious. Some time later, Hercules wakes up on the shore of a desolate island with a badly fractured arm pierced by a huge splinter from the mast. The chain binding him to his prisoner now broken, Hercules looks up seconds before Derk knocks him unconscious again with a vicious blow to the head. When he comes to, Hercules disregards the mercenary's warnings not to follow him and slowly pursues the killer, though at a distance. As the two men work their way across an expanse of scrub brush trees setting booby traps for each other, a band of pirates arrives on the island to hunt for the shipment of gold they believe was aboard the shipwrecked prison boat. Led by the barbaric Sordis (Neill Duncan) and his second-in-command, Trayus (Philip Jones), the pirates begin tracking the footprints they find in the sand, hoping they will lead to the treasure.

Meanwhile, Derk springs a trap for the wounded son of Zeus and Hercules finds himself gasping in pain as he is pushed into a dried-up, twelve-foot-deep well and ordered to dig for water. He soon gets the drop on Derk, however, and their positions are reversed after Hercules finds a root in the sand and uses it to climb out of the hole. Derk is now forced down into the pit and continues to dig, but finds only salt water. As the two men set out for the other side of the island in search of something to drink, the pirates, who have discovered a poisoned water hole, also take off in search of fresh water.

Hercules and Derk soon discover the half-eaten body of a pirate and shudder as they consider the size of the monster they have yet to meet, unaware that the pirates, too, are closing in on them. As their weakness grows, Derk viciously attacks Hercules with a sliver of clam shell. During the fight that ensues, a huge and hideous worm-like creature reaches up out of the sand to grab Derk's leg. Hercules helps Derk escape and the two men find temporary refuge in an outcropping of rocks. As more of the giant underground creatures close in on them, they reach an uneasy truce. Hercules agrees to allow Derk to see his family one last time before being brought to trial if Derk stops trying to escape. The bargain is sealed when Derk agrees to reset Hercules' broken arm, which has become badly infected.

In the meantime, the pirates' movements have diverted the attention of the giant worm-monsters, who move off to attack them. When Hercules and Derk hear their shouts and screams a short while later, they head off to try to save the men from being pulled beneath the surface of the sand. Though they fight valiantly, they are unable to rescue anyone. Finally, however, they concoct a desperate and ingenious plan to battle the worm-monsters and manage to escape back to the pirates' boat, which they sail homeward. By this time, Hercules has grown to appreciate Derk as a man of pride and honor despite their philosophical differences, and honors his promise to take Derk home to visit his wife and children. They then head off for Sparta. But when they arrive and it becomes clear that Derk will be condemned to death without a fair trial, Hercules helps his prisoner escape on the condition that Derk promises to leave his life as a mercenary behind.

Starring: Kevin Sorbo (Hercules), Michael Hurst (Iolaus)

Guest Starring: Jeremy Roberts (Derk), Neill Duncan (Sordis), Phil Jones (Trayus), Sarah Smuts-Kennedy (Kara), Owain Pennington (Older Boy), Charlotte Pennington (Sister), Paul Willis (Marcus), David Fitchew (Court Officer)


Written by Robert Bielak
Directed by Michael Hurst





http://www.whoosh.org/epguide/herk/h301_38_mercenary.html


MORE CAPS/MAIS CAPTURAS:
https://www.facebook.com/126848074002229/photos/ms.c.eJxNlVmSHDEIRG~;kYBPL~;S~;matJKeb56XiQpQKBSO~_6e1i0mkv5HATwWnCIQKJQgoTgEo~;796LwgHMAIcErwlAPToOmxyM4SepwGkAvyrGn~_B36KHJpmA1BRsaCDoPZYJWhd03gAIfVAr8LZj9lMvz~_CAmAtMwvO~;AMl1qIz~;QBSP04Aj3M9SgUhD8Cj6KHwYE~;LZDOVQ4BMPQnyp7Chh~_sqrAhqFd0EqEUZEsgjCM5etpVRgWtQoeJsyMsj5ac4w1PSV2EPFBQsv~_Ch~_cAqmuVXQ0HQMBWa4iqNV1mTP0XP7ViLr~_l5AP3Q69G4l~_a9fJYL6ilgWvT4~;llwG9S2Q2cSBNvTziHYjdK51XbYAlbbaPJhkxtNbja5c2uJV1xCYU~_xdxscyy6FgqaF4l75heKUpr1Dp~;HAjlRUEcSGyAPoh7Afg5CkYnak1J~_ifiE1t2MjAqAEe0p1EWyD4txaRnFKUKF7t8r5~_AAUNMVGKTdqDB2z27Fx5MHdHzcokgCpH6YeaypNU2xUcaMmDgA9YjMVzti3fVDcBs0xKJwgAJgY5qM4H3N2xoTv2GBgnAMzeE~_d7~_kUUud6TG1P~;XW9UC0f2O9GoKBHb4O~_Db9gdsaSj8G3wnuK02P2Tf6~_IgQF8K~_4EEFidgi2p3lH~_wMHCiHYt1D0KRqgLtB9pb7vIcHOWNZToLigKVY976qHGIpLelhuiD8FPJweBo~_kwn~;b8D3aBLFDx4~;Fp8hVvGoxUhkPHCh4Suwku1BxUJyzuNMAfkHKeiSbnAgxhuDVtmFiiVqMqeOLbPeL~;IEdmNT4C998uok~-.bps.a.1253336221353403.1073741871.126848074002229/1253336288020063/?type=3&theater



III TEMPORADA


III-01 - MERCENARY
MERCENÁRIO

História original de Robert Bielak


O grande navio-prisão Enalyios atravessava uma terrível tempestade. As ondas rugiam à sua volta, sua crista parecendo mais alta do que a própria embarcação, e trovões ribombavam no céu, que era riscado por relâmpagos.
No porão, havia uma carga especial: prisioneiros.
E Hercules também estava a bordo, acompanhando um certo Derk Petronicus, um mercenário que fora preso por ter assassinado um homem. Petronicus estava acorrentado a uma coluna, e, em meio ao ruído ensurdecedor da tormenta, gritava para Hercules que ele era um tolo, se achava que teria justiça ao entregá-lo às autoridades em Esparta. Mas Hercules não se deixava iludir. Ele fora encarregado de prender e trazer Petronicus até o local onde seria julgado, e era isso que ele faria. O mercenário disse que aqueles mares eram perigosos, infestados de ferozes piratas, e, se a própria tormenta não os matasse, eles o fariam.
Foi quando o capitão anunciou uma notícia terrível: o navio fora seriamente danificado, e estava prestes a afundar.
Petronicus implorou a Hercules que o libertasse ... ele talvez morresse, mas se estivesse livre das correntes, poderia lutar. O filho de Zeus, então, quebrou as correntes, e em seguida foi até os outros prisioneiros, e libertou tantos quantos pode, até que o navio, estalando em todas as juntas, emborcou e desapareceu sob as ondas.
Hercules acordou numa praia deserta, e a primeira coisa de que teve consciência foi a dor ... uma dor aguda no braço esquerdo, que se irradiava até o ombro. Piscando várias vezes para clarear a visão, ele viu que havia uma lasca grossa e afiada de madeira encravada em seu braço, na altura do cotovelo, e uma poça de sangue se formara na areia. Um dos mastros do navio havia caído sobre ele, e, lutando contra aquela dor, Hercules conseguiu atirar longe o grosso mastro. Então, lentamente, ele levou a outra mão ao cotovelo ferido, agarrou a lasca e a arrancou de uma vez. Respirando fundo, ele se levantou, e finalmente conseguiu ver que se encontrava em terra firme – aonde, não fazia idéia – e ao seu redor jaziam os destroços do navio. Uma onda de tontura o invadiu, e ele se deixou tombar para a frente. Foi então que um movimento chamou sua atenção. Levantando a cabeça devagar, Hercules viu Petronicus, que lhe sorriu e agradeceu de maneira sarcástica, e o golpeou sem piedade na cabeça, fazendo-o mergulhar novamente na inconsciência.
Horas depois, Hercules voltou a acordar, mas dessa vez estava sozinho na praia. O mercenário se fora ... mas ele precisava ir atrás dele.
Examinando seu braço, o filho de Zeus percebeu que estava quebrado, e o ombro deslocado. A dor era quase insuportável, e o aspecto da ferida não era nada bom ... talvez estivesse infeccionada, mas Hercules nada podia fazer. Ele improvisou uma bandagem e uma tipóia com sua própria roupa, e, olhando em volta, viu os rastros de Petronicus seguindo em direção à floresta. Lentamente, Hercules seguiu naquela direção, tentando ignorar a dor latejante que o torturava.
A floresta era densa, e Hercules continuava tenazmente seguindo a trilha de Petronicus, até que topou com ele, que brandiu a arma improvisada – um bastão de madeira – ameaçadoramente. O mercenário avisou-o para não mais segui-lo, senão teria que matá-lo. E com uma agilidade impressionante, subiu numa árvore e desapareceu..
Enquanto isso, na praia, num pequeno bote, um grupo de piratas desembarcava e se espalhava vasculhando os destroços do navio. Seu líder, um sujeito chamado Sordis, estava convencido de que o Enalyos carregava ouro a bordo, e, nada encontrando entre os destroços, ficou a pensar onde estaria. Foi então que reparou os rastros na areia, e, certo de que os homens que os deixaram estavam com o tesouro, reuniu seu bando e foi atrás das pegadas.
Hercules sentia-se cada vez mais fraco ... seu braço ferido doía muito, ainda estava perdendo sangue, e seu corpo ardia em febre por causa da infecção. Além disso, a sede se tornara insuportável.
Mais adiante, Petronicus encontrou um lago, mas, ao se abaixar para beber, viu um pássaro morto, e cautelosamente provou a água. Contaminada! Sabendo que Hercules continuava a segui-lo, ele escondeu-se entre as árvores. Não demorou muito, e Hercules chegou ao local. Ele viu a água, e estava a ponto de bebê-la, quando viu pequeno animal cair morto depois de tocar nela. Bem, não podia matar a sede ... mas ele continuava, determinado a capturar o mercenário. E acabou caindo em uma armadilha, sendo derrubado após breve luta por Petronicus, que o fez cair no fundo de um velho poço seco. Mas, enquanto o mercenário tirava uma soneca, Hercules procurava uma maneira de sair dali. Ele viu estranhos casulos, que descobriu serem ovos ... ao que parecia, não estavam sozinhos naquela terra estranha.
Sordis e seu grupo continuavam a seguir a trilha dos dois homens, dispostos a tudo para conseguir o ouro que supunham estar com eles.
Derk Petronicus acordou de repente, e viu Hercules bem na sua frente ... até sentir o punho do filho de Zeus direto no queixo e cair sem sentidos. Hercules o jogou dentro do poço, e o obrigou a cavar em busca de água. Enquanto tentava cavar, segurando com as mãos amarradas um pedaço de concha, o mercenário tentou puxar conversa com Hercules, para ver se conseguia distraí-lo. Ele contou sua história ... tinha sido um fazendeiro, mas abandonara a casa do pai e alistara-se como soldado. Então, farto de lutar pelos outros, ele resolveu se mercenário. Lá em cima, Hercules tentava cuidar de seu braço, e chegou mesmo a cauterizar o feio ferimento, trincando os dentes enquanto a brasa queimava sua carne ... Petronicus ofereceu-se para ajudá-lo, mas Hercules não confiava nele. Então, ao cavar mais um pouco, ele viu água brotar no fundo do poço. Hercules, martirizado pela sede, debruçou-se na borda, mas Petronicus, ao provar a água, fez uma careta. Salgada!
Eles estavam numa ilha, e o mercenário já estava perdendo a esperança de encontrar água por ali. Hercules, então, resolveu que seguiriam para o oeste. E assim fizeram.
Chegaram a um deserto ... e encontraram os restos de dois homens, parcialmente devorados, dependurados numa árvore. Alguma coisa os atacara, e Hercules deduziu que era a mesma coisa que havia posto aqueles ovos lá no poço ...
O sol era inclemente ... Hercules seguia à frente, e Petronicus sabia que ele estava cada vez mais fraco. E quando o filho de Zeus parou, curvando-se por causa da dor, ele atacou. Rolaram ambos por uma duna, e ao cair, começaram a lutar entre si, quando uma criatura monstruosa emergiu da areia e atacou o mercenário. Hercules não pensou duas vezes, e investiu contra o monstro, socando-o até que ele soltasse Petronicus e desaparecesse, mergulhando na areia. Enquanto tentavam entender o que era aquela coisa, ela atacou novamente, dessa vez agarrando Hercules, e Petronicus conseguiu livrá-lo. Hercules olhou em volta, e, vendo umas ruínas de pedra, chamou-o, e ambos correram para lá, com a criatura bem na sua cola. Conseguiram subir na rocha bem a tempo. Mas estavam encurralados ali ... e agora?
Sem nada a fazer, Hercules e Petronicus conversavam, enquanto atiravam pedras para ver se o monstro ainda estava por ali. E Petronicus propôs a Hercules que o levasse para ver sua família uma vez mais, antes de irem para Esparta. Apesar de não acreditar na Justiça de lá, estava cansado de correr. Ele assegurou-lhe que não fugiria mais. Surpreso por descobrir que um mercenário como Petronicus tinha uma família, Hercules concordou, mas pediu-lhe que o ajudasse com seu braço, que estava cada vez pior. Petronicus aceitou o acordo.
O ferimento de Hercules estava realmente bastante infeccionado, e, antes de tratá-lo, foi preciso recolocar os ossos do ombro deslocado no lugar, e Hercules passou maus bocados, mal suportando a dor terrível.
Algum tempo depois, eles perceberam que os monstros – pois havia mais de um – não mais os cercavam, e de repente Hercules ouviu gritos à distância. Ele correu para ajudar, e Petronicus, mesmo a contragosto, seguiu-o. Ao se aproximarem, viram um grupo de homens lutando desesperadamente para sobreviver ao ataque de dois monstros da areia – Sordis e seus piratas – e tentaram salvá-los, mas não conseguiram, e quase viraram eles mesmos a próxima refeição. Hercules teve a idéia de correr em círculo, e disse ao companheiro para fazer o mesmo em sentido contrário. Com um monstro bem atrás, cada um correu o mais rápido que pode, até que, ao se encontrarem, mergulharam de lado e as criaturas não conseguiram desviar uma da outra, chocando-se e despedaçando-se mutuamente. Mas ainda havia uma terceira daquelas criaturas. Hercules e Petronicus correram para perto de uma coluna de pedra, e o filho de Zeus lhe disse para saltar ao seu sinal. Quando o mercenário saltou, a criatura saltou atrás dele ... apenas para ser esmagada pela maciça coluna de pedra que Hercules derrubou sobre ela. Finalmente livres, Hercules e Petronicus retornaram à praia, onde, encontrando o bote dos piratas intacto, embarcaram. E Petronicus foi encontrar sua esposa e três filhinhos. Hercules ficou comovido com aquela reunião de família – a lembrança de seus filhinhos mortos lhe veio à mente -, e os filhos de Petronicus simpatizaram com ele, pedindo-lhe até que contasse uma história antes de dormir. Mas, no dia seguinte, bem cedo, Hercules e Petronicus tiveram que partir ...
Em Esparta, Petronicus foi entregue ao magistrado. O julgamento foi rápido, e nem deram a Petronicus uma chance de defesa. Ele foi sumariamente condenado à forca. Mas, no último momento, quando estavam já passando-lhe o laço no pescoço, uma flecha acertou a corda, rompendo-a, e o mercenário escapou para a floresta, conseguindo despistar sem problemas seus perseguidores. Então, ao pegar uma determinada trilha, deu de cara com Hercules, que lhe revelou que fora ele quem atirara a flecha, e que achava que ele não devia ser condenado. Hercules acrescentou ainda que ele devia ir embora daquela terra e tentar mudar de vida, que seria melhor para ele e sua família. Petronicus, profundamente grato, prometeu que nunca mais mataria alguém, e seria um fazendeiro, como seu velho pai. Ele se despediu de Hercules, que tinha uma longa viagem de volta a fazer ...


Última edição por Myriam Castro em Sex Abr 02, 2010 5:14 pm, editado 2 vez(es)

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Re: HÉRCULES, A SAGA - III-01 - Mercenary

Mensagem  Myriam Castro em Sex Abr 02, 2010 4:57 pm

Esse episódio foi bastante tenso ... ficou até um pouco mais comprido.
Puxa, pobre Hércules ... passou maus bocados!
Interessante, como às vezes as pessoas julgam outras por seu passado - como Hércules, que somente conhecia o lado "criminoso" de Derk Petronicus - e muitas vezes acabam se enganando, e o lado que se espera ser o certo, muitas vezes é a fonte das verdadeiras injustiças.
Hércules aprendeu essa lição.
E Petronicus também aprendeu que sempre existe outra alternativa de se levar uma vida digna ... ainda que seja duro ganhar o pão de cada dia.

O fato interessante sobre esse episódio, é que ele foi dirigido por Michael Hurst (Iolaus).

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Re: HÉRCULES, A SAGA - III-01 - Mercenary

Mensagem  mara em Sab Abr 03, 2010 9:17 am

Que epísódio legal, não? e também um dos favoritos de Kevin... e nosso!
Você resumiu tudo (como sempre) muito bem, Myriam!
Tem razão, às vezes deixamnos de ver a nobreza latente em pessoas que fizeram uma escolha errada na vida e que lhes custou um preço enorme!
Quando Hércules confia que o outrto irá ajudá-lo, Hércules também se dispõe - vendo a dignidade do homem- a lhe dar a chance de uma vida nova.
Valeu, querida!!!!

Agora eu preciso ir cuidar de Hércules, dá licença...

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Re: HÉRCULES, A SAGA - III-01 - Mercenary

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